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Projeto de Leitura

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sábado, 24 de setembro de 2011

Estudante Digital

 
 
Diferenças no nível de compreensão e de aprendizagem do estudo de um documento apresentado em formato eletrônico em relação ao texto impresso em papel.

Sabe-se que o interesse dos alunos para leitura nas escolas não somente na fase do ensino fundamental, mas também no médio e até mesmo nos cursos de graduação não são lá essas coisas, isso é fato, muitos estudos e pesquisas nessa área de conhecimento vem buscando novas metodologias que possam favorecer no aprendizado desses estudantes, procurando incentivar a leitura, através de novas ferramentas.
Há quem diga que ler vai muito além de apenas decifrar códigos. Saber ler é uma condição primordial de existência no mundo contemporâneo e com o advento das TICs torna-se indispensável ler bem, rápido e de maneira crítica. Assim, os leitores estão sendo desafiados por um novo tipo de leitura proporcionado pela navegação em hipertextos, no qual as informações são apresentadas através de uma rede de nós, interconectados por links, que podem ser livremente acessados (RAMAL, 2002).
Várias pesquisas mostram os resultados desse investimento, claro que como toda tecnologia necessita ser adaptada, com o hipertexto não seria diferente, desde as mais antigas ferramentas como as novas precisam dessa adaptação.
Uma pesquisa realizada por Maria Claudia de Oliveira Pan com os alunos de um curso pelo sistema EAD e alunos de outro presencial, mostra que o nível de compreensão dos alunos com textos em formato eletrônico é bem melhor. Em sua pesquisa foi detectado que todos aqueles que podem ler um texto impresso não o lêem da mesma forma; com a hipertextualidade, no entanto, observamos que as diferenças ainda tendem a ser maiores. A não-linearidade permite ao indivíduo recortar o texto, “navegando” em qualquer sentido: não há o certo ou o errado, são opções feitas pelo navegador. E aqui se estabelece a grande diferença entre a leitura de um texto impresso, indicado pelo professor e a leitura de textos virtuais selecionados pelo aluno. Para Alava e colaboradores (2002), as novas dinâmicas de interação proporcionadas pela rede dão praticamente ao aprendiz o controle de seu processo de formação, o que inclui a escolha do que lê, como lê, para que lê. Assim, se torna premente a necessidade do professor assumir a leitura como um processo de interação entre autor-texto-leitor no qual interferem, entre outros aspectos, a situação cultural, política e social de cada leitor e as suas relações intertextuais.

Referências

ALAVA, S. et al. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais?
Tradução Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
Claudia , Maria de Oliveira Pan, EAD e material didático hipertextual: nossos alunos já se adaptaram a este formato? disponível em http://aveb.univap.br/opencms/opencms/sites/ve2007neo/pt-BR/imagens/27-06-07/Universidade/trabalho_36_mariaclaudia_anais.pdf

RAMAL, A. C. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem.
Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pesquisa Escolar Parceiros na Aprendizagem

educadoresinovadores.com.br
 
A educação está em um processo de mudança e muito se discute entre os profissionais da área como aperfeiçoar as formas de ensino e como utilizar a tecnologia para que essa mudança realmente ocorra. Porém, transformar a prática de ensino em sala de aula não é tão simples.
 
Pensando nisso, a Microsoft Parceiros na Aprendizagem desenvolveu a Pesquisa Escolar “Parceiros na Aprendizagem, já aplicada em diversos países do mundo e agora disponível para o Brasil, para auxiliar a medir e desenvolver o ensino e aprendizado do século 21 em sua escola. Com ela, a equipe gestora da escola e seus professores irão responder perguntas sobre práticas inovadoras de ensino adotadas em sala de aula da sua escola. Após todos os componentes convocados pela unidade escolar preencherem a Pesquisa, será gerado um relatório em 48h com as métricas sobre o uso das TIC’s (Tecnologia da Informação e Comunicação) em sua escola.
O intuito da Pesquisa não é fazer ranking das melhores escolas, mas sim ajudá-las a compreender como está sendo desenvolvido o ensino em sua unidade escolar. Trata-se de um conjunto de ferramentas de pesquisa que as escolas podem utilizar para obter relatórios de dados voltados para a ação, com exemplos reais de como sua escola pode desenvolver as práticas inovadoras de ensino e aprendizagem, para trabalhar as habilidades do século 21 nos alunos.
A Pesquisa é muito simples de ser preenchida, é confidencial e totalmente gratuita, apenas os responsáveis da instituição é que terão acesso aos resultados obtidos através do relatório final. A Microsoft Parceiros na Aprendizagem não irá utilizar e nem divulgar esses dados, que só serão revelados pela própria escola, se esta quiser.
Para saber mais sobre a Pesquisa e iniciá-la em sua escola, entre no site http://www.pilsr.com, e, no canto superior da tela, à direita, mude o país para “Brazil”, assim o idioma será alterado automaticamente para o português.
Leve esta nova ferramenta para sua escola, avalie seu ensino e inove!

Princípios de Aprendizagem

Que o computador pode ser uma grande ferramenta de ensino não há dúvidas. Mas como otimizar o seu uso? Como facilitar a criação de trabalhos escolares, apresentações ou relatórios de pesquisas?
O aplicativo Princípios de Aprendizagem é a resposta para professores e alunos que querem ampliar seu desempenho com a informática. Ao ser instalado no computador, ele carrega novos itens para a barra de ferramentas dos programas Word, Excel e PowerPoint que facilitam a realização de tarefas, tais como inserir símbolos matemáticos e equações nos documentos, encontrar referências bibliográficas para o texto ou adicionar gráficos e diagramas.

O aplicativo Princípios de Aprendizagem é a resposta para professores e alunos que querem ampliar seu desempenho com a informática.
Acesse e baixe:  http://www.conteudoseducacionais.com.br/principios_aprendizagem.asp

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Aprendendo para mudar, mudando para aprender.

Este vídeo nos faz refletir, que o uso das tecnologias no processo ensino-aprendizagem é irreversível.
Assista com atenção e veja se você concorda comigo.

Informática na Educação

Segundo Valente (José A. Valente - NIED-UNICAMP e CED-PUCSP)  Informática na Educação significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação. Para tanto, o professor deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador.
O uso do computador no processo ensino-aprendizagem pode ser feita para continuar transmitindo a informação para o aluno “processo instrucionista”, quanto para criar condições para o aluno construir seu conhecimento por meio da criação de ambientes de aprendizagem fazendo o uso do computador “processo construcionista”.



ABORDAGENS INSTRUCIONISTA E CONSTRUCIONISTA

  1. INSTRUCIONISTA: Esse paradigma consiste em implementar no computador uma série de informações e essas informações são passadas aos alunos na forma de um tutorial, exercício-e-prática, jogo, simulação. É o paradigma que transfere para o computador a tarefa de ensinar, ou reforça as atividades realizadas em sala de aula. O ensino instrucionista é meio mais utilizado ainda nas escolas.
  2. CONSTRUCIONISTA: Papert denominou de construcionista a abordagem pela qual o aprendiz constrói, por intermédio do computador, o seu próprio conhecimento, o computador passa a ser apenas um suporte, em que aluno ensina o computador por meio da exploração, interação, investigação e descoberta, e o professor é mediador. No construcionista o aluno constrói algo de seu interesse, tornando aprendizagem mais significativa. Exemplo de atividades que podem ser desenvolvida neste paradigma, é o uso da linguagem de programação Logo.


O computador no processo ensino-aprendizagem


…quando se pensa em Informática na Educação pode-se imaginar, que é necessário ensinar o professor dominar o computador ou software. Mas o importante, é que o professor saiba e aprenda como utilizá-lo e como este pode ser integrado no processo de ensino dos conteúdos.
Exigindo, assim, uma formação bastante ampla e profunda do professor, porque é necessário pensar: como? que ferramentas? que recursos?, vai ser utilizado para auxiliar nas aulas (matemática, português, física…). A Informática na Educação exige, e é necessário a formação do professor, pois além de saber utilizar o computador, o professor precisa saber qual proposta metodológica que vai nortear o seu trabalho. Pois, o simples fato de existir laboratório de informática nas escolas, não garante uma melhoria na qualidade de ensino; na verdade o que se deve pensar e refletir, é sobre a metodologia de trabalho que insere o uso do computador no processo ensino e aprendizagem.

Conforme a demostração do vídeo Metodologia ou tecnologia? publicado no mês de maio de 2011.

 

domingo, 31 de julho de 2011

Novas tecnologias na educação

Não resta dúvida de que, nos dias de hoje, a utilização de novas formas de interação on-line atende às novas necessidades dos alunos; o incentivo à aprendizagem ativa e significativa ao aluno já pode ser comprovada por meio de vários projetos já desenvolvidos em todo pais; é evidente o acesso rápido e eficiente na obtenção de informações relevantes e diversificadas e a melhoria da qualidade da comunicação entre professores e alunos são viabilizadas pelas ferramentas interativas.
Hoje a tecnologia é útil ao aprendizado, pois o seu desconhecimento vem gerando no mundo atual o mesmo tipo de exclusão que sofre o analfabeto no mundo da escrita.Mas agora vem a seguinte pergunta, o que é necessário? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, pois depende do contexto, da realidade em que se vive e da autonomia de cada um. O que se pode afirmar, sem erro, é que é preciso entender que o essencial é acreditar no potencial cognitivo de cada um. "É essencial à descoberta da alegria do conhecimento, pois ela é à base da autonomia e da subjetividade".  
Uma outra medida importante é não dar ouvidos aos mitos. A questão: os computadores tomarão o lugar dos docentes? vem sendo sempre colocada, o que faz com que se reforce a idéia de que o docente se recusa a inovar-se. Mas o que existe de verdade é a falta de conforto com o uso da tecnologia nos ambientes educacionais, que é decorrente do escasso investimento governamental em políticas de formação e atualização do professor.
Para o docente que vê na tecnologia uma forma de qualificar melhor suas práticas pedagógicas, é fundamental enxergar a realidade que domina o meio educacional. É preciso conhecer as políticas equivocadas que fazem parte da história da utilização da informática na educação no Brasil.
Evitar a resistência pelo desconhecimento é entender que o computador e o software educacional, seja ele qual for, é uma ferramenta auxiliar do processo de aprendizagem do aluno. Uma aula ruim é ruim com ou sem tecnologia, e uma aula boa será sempre boa independentemente da tecnologia utilizada. Isto significa dizer que: a qualidade está no conteúdo que deve ser bem planejado e disponibilizado de modo que seja possível a aquisição de conhecimento pelo aluno.
A mídia deve ser adequada ao conteúdo, pois este vem em primeiro lugar. A tecnologia não cria ambientes que prescindem do professor, é preciso que o professor tome para si a tarefa de projetar o material didático e a pedagogia a ser utilizada no processo de ensino. Não inovar na produção do material didático e nas metodologias de aprendizagem, significa deixar a cargo de profissionais da área tecnológica, a tarefa de ensinar por meio de software desenvolvido sem o viés da educação, o que de um modo geral vem ocorrendo com freqüência.
É fato que os perfis dos profissionais, que hoje planejam software educacional, são de programadores de computador, que desconhecem a área educacional. O planejamento de um bom projeto necessita da formação de uma equipe multidisciplinar, cujos participantes complementam o projeto utilizando suas competências específicas e diversificadas.
Hoje muito se fala da necessidade de se educar para os meios, ou seja, educar para o uso da ferramenta própria do mundo digital. Mas muito se fala e pouco se faz, a respeito da preparação de professores na orientação do aluno diante desses novos conceitos e novas relações, que surgem nesse mundo tecnológico. É nesse contexto que informações provenientes de diversas direções chegam a indivíduos cuja realidade não lhes permite desenvolver capacidade crítica de análise, competência fundamental para evitar o colapso de valores importantes para o desenvolvimento da cidadania, da ética e da solidariedade. Por meio dessa abordagem, o uso da tecnologia integra novos saberes à prática educacional proporcionando ao professor uma maior capacidade crítica de sua ação pedagógica e um leque maior de possibilidades na busca pelo interesse dos seus alunos.

Na área da educação acontece, naturalmente, coisa símile.O educador sempre sentiu a necessidade de se atualizar, não somente no campo de seu conhecimento, como também na sua função pedagógica. Os métodos de ensino tradicionais são aqueles consolidados com o tempo, que dominam nas instituições de ensino. Ainda persiste, com muitos professores, o método onde o professor fala, o aluno escuta; o professor dita, o aluno escreve; o professor manda, o aluno obedece. A maioria, porém, já é mais maleável: o professor fala, o aluno discute; o professor discursa, o aluno toma nota; o professor pede, o aluno pondera. Em casos específicos, o aluno fala, o professor escuta, o grupo debate e todos tomam nota, inclusive o professor, procurando ir ao encontro das necessidades que surgem.
Isto e outras questões levam à crise do ensino, desde o primário até a universidade.Popularizou-se muito, nas instituições, o uso do retroprojetor, ou projetor de transparências, que mereceu o apelido de "retroprofessor". Facilitou um pouco a vida do professor, não precisando escrever sempre no quadro negro, principalmente quando o docente leciona a mesma disciplina para mais de uma turma, contemporaneamente ou não. Aliás, até o quadro e o giz se modernizou: hoje já é muito comum a lousa branca com o pincel especial cancelável. Mas o que prejudica não é o uso do retroprojetor, como em outras aplicações tecnológicas, mas sim o mau uso do mesmo.
Antes de qualquer coisa, temos que ter cuidado com os excessos: o professor não deve somente ler, ou ditar, ou escrever ou mesmo projetar transparências durante toda a aula. Deve oferecer alternativa. O uso de uma técnica, como do retroprojetor, por mais de uma hora contínua, torna-se cansativo, e os alunos perdem a concentração. Outro projetor, que não é tão usado devido à qualidade da projeção, é o episcópio, ou projetor de opacos. Ele permite a projeção de imagens ou textos de um livro, sem a necessidade de criar transparências. Mas para projetar textos não é aconselhado, por necessitar de uma sala escura e perde muito a qualidade na visualização.
O aparelho de vídeo, com um monitor (TV), está cada vez mais popular. A maioria das universidades, escolas públicas e particulares possuem, no setor de audiovisuais, televisores de 20 polegadas com vídeo incorporado, facilitando o transporte e uso dos mesmos. Um data show, que projete a imagem do vídeo numa tela, como num cinema, você encontra em determinadas situações, como em salas de conferências e cursos de pós-graduação. Ter uma videoteca disponível na universidade seria ideal, mas poucas instituições organizam um setor do gênero. Além de documentários muito interessantes produzidos principalmente pelas televisões públicas, temos filmes que são clássicos de literatura ou que tratam de temas polêmicos ou de interesse cultural.
Os equipamentos para uso didático estão cada vez mais sofisticados. Os novos retroprojetores, por exemplo, projetam a imagem mais nítida, se regulam com maior facilidade, possuem comandos de foco e tamanho de tela mais sensíveis, ou mesmo comando remoto.
A tecnologia muda os meios de comunicação de massa e, paralelamente, os meios de ensino, não somente dentro da sala de aula, como falei até agora. Está mudando inclusive a própria sala de aula, com a introdução do ensino a distância, por exemplo.Primeiro foram os correios tradicionais que incentivaram o ensino em domicílio, por correspondência. As aulas particulares já não precisavam mais da presença do professor. Depois veio o rádio: o professor fala com você sem estar ao seu lado fisicamente, não importa onde você esteja desde que esteja com um rádio ligado. Os discos de vinil e as fita "K-7" fez o seu tempo, até o aparecimento dos Cds, contemporaneamente com a televisão e o vídeo, facilitando ainda mais o ensino a distância: som e imagem ao seu dispor. Agora temos a internet, com uma variedade quase infinita de possibilidades. O correio ainda continua presente: enviando fitas e discos, de áudio, imagens e multimídia, além das apostilas. A internet aos poucos está cada vez mais confiável



                        

Educação e Informática: Alunos com Necessidades Educacionais Especiais em Processo de Ensino e Aprendizagem

A tecnologia da informação e da comunicação vem sendo utilizada de maneira significativa no processo de ensino e de aprendizagem. Assim, o uso do computador apresenta-se como ferramenta imprescindível para a inserção e participação efetiva no processo global. Faz-se necessário, então, que a escola seja um ambiente de recursos tecnológicos para que os alunos possam compartilhar destes recursos beneficiando o próprio desenvolvimento cognitivo, social e cultural.
O mais ambicioso e atuante projeto de informática aplicada à educação no Brasil foi desenvolvido pelo PROINFO, cujos principais objetivos são:
1°Melhorar a qualidade do processo de ensino e de aprendizagem.
2° Possibilitar a criação de uma nova ecologia cognitiva mediante a incorporação adequada das novas tecnologias de informação pelas escolas.
3° Propiciar uma educação voltada para o desenvolvimento científico e tecnológico.
4° Educar para uma cidadania global numa sociedade tecnologicamente desenvolvida.

A importância do poder público e do trabalho docente

No mundo informatizado interligado por máquinas de informação, nada mais normal e necessário do que adequar a escola a este processo tecnológico. A informática educativa tem contribuído na aprendizagem escolar e a função do professor tem sido motivar o interesse e a construção do conhecimento. Portanto, o professor com sua formação e interesse pode ser a peça primordial deste processo. “O aluno deve ser desafiado, para que deseje saber, e uma forma de criar este interesse é dar a ele a possibilidade de descobrir”.A escola, ao estar voltada para as necessidades de interação social que esses alunos precisam para alcançar o desenvolvimento, preocupa-se com as suas peculiaridades especiais, com o intuito de alcançar o objetivo comum que é a educação.

Informática na educação em um processo de aprendizagem e inclusão


A Internet, na atualidade, é o meio mais rápido de informação e se constitui em um veículo igualitário para todos os alunos. O processo de navegação on-line resgata neles um afloramento de suas potencialidades e promove um ambiente de aprendizagem. No computador o aluno registra por meio do software Escritor sua produção textual, derivada de sua pesquisa e de ações on-line.
Por meio da Internet e do software Escritor foi desenvolvido o projeto de ensino com seis alunos com necessidades educacionais especiais de uma escola estadual de Maringá. Estes alunos estão buscam ou trocam informações por meio do correio eletrônico e ao mesmo tempo procuram informações sobre qualquer que seja o seu interesse pessoal, via Internet. Essas ações desenvolvidas, conjuntamente, possibilitam o aperfeiçoamento da leitura e também da escrita destes alunos.
O ambiente de aprendizagem colaborativa fez com que os alunos com necessidades educacionais especiais pudessem descobrir que possuíam algumas limitações, como a falta de destreza na escrita e de uma leitura mais fluente, mas foram instigados a vencer as mesmas, encontrando caminhos alternativos, como a ajuda de um colega nas tarefas, a facilidade em encontrar as letras e números no teclado, a motivação visual por meio de cores e efeitos, e outros.
Se as pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais são excluídas por serem indivíduos improdutivos, por meio da educação essa exclusão pode ter fim. Isto porque os alunos com necessidades educacionais especiais podem ter suas limitações, mas se forem acompanhados e atendidos em suas necessidades, de alguma maneira poderão tornar-se pessoas produtivas que merecem respeito e dignidade. Estes alunos necessitam e têm direitos a recursos especiais garantidos por lei, isso possibilitará que eles possam desenvolver suas potencialidades, tanto nas atividades de formação profissional, como na comunicação, no lazer e na educação.

Quando falamos em inclusão, logo nos lembramos das leis vigentes no país, que se refere aos direitos adquiridos da pessoa com necessidades especiais, mas nos deparamos com um impasse, esquecemos destes direitos, estamos vedados ou simplesmente não somos conhecedores dos problemas reais que essas vivenciam a cada dia, quando seus direitos são violados. Nesta problemática qual poderia ser a ação da escola? A escola poderia garantir que essas leis fossem cumpridas e, também conscientizar, por meio dos alunos, que a visão da sociedade deve ser transformada com referência ao atendimento das pessoas com necessidades especiais. Se os alunos com necessidades educacionais especiais podem recuperar algumas de suas perdas cognitivas quando integrado a um ambiente que lhe proporciona desenvolvimento, porque não usar uma ferramenta educacional que possa ajudá-lo a alcançar o desenvolvimento mental, educacional, emocional e social? Sendo assim, o computador pode ser um dos aparatos enriquecedores para a obtenção deste desenvolvimento, pois motiva os alunos com necessidades educacionais especiais em seu processo de ensino, de aprendizagem e de socialização.
 
No mundo informatizado interligado por máquinas de informação, nada mais normal e necessário do que adequar a escola a este processo tecnológico. A informática educativa tem contribuído na aprendizagem escolar e a função do professor tem sido motivar o interesse e a construção do conhecimento. Portanto, o professor com sua formação e interesse pode ser a peça primordial deste processo. “O aluno deve ser desafiado, para que deseje saber, e uma forma de criar este interesse é dar a ele a possibilidade de descobrir”.A escola, ao estar voltada para as necessidades de interação social que esses alunos precisam para alcançar o desenvolvimento, preocupa-se com as suas peculiaridades especiais, com o intuito de alcançar o objetivo comum que é a educação.


Internet e Computador portal de desenvolvimento social e de aprendizagem

A Internet, na atualidade, é o meio mais rápido de informação e se constitui em um veículo igualitário para todos os alunos. O processo de navegação on-line resgata neles um afloramento de suas potencialidades e promove um ambiente de aprendizagem. No computador o aluno registra por meio do software Escritor sua produção textual, derivada de sua pesquisa e de ações on-line.
Por meio da Internet e do software Escritor foi desenvolvido o projeto de ensino com seis alunos com necessidades educacionais especiais de uma escola estadual de Maringá. Estes alunos estão buscam ou trocam informações por meio do correio eletrônico e ao mesmo tempo procuram informações sobre qualquer que seja o seu interesse pessoal, via Internet. Essas ações desenvolvidas, conjuntamente, possibilitam o aperfeiçoamento da leitura e também da escrita destes alunos.
O ambiente de aprendizagem colaborativa fez com que os alunos com necessidades educacionais especiais pudessem descobrir que possuíam algumas limitações, como a falta de destreza na escrita e de uma leitura mais fluente, mas foram instigados a vencer as mesmas, encontrando caminhos alternativos, como a ajuda de um colega nas tarefas, a facilidade em encontrar as letras e números no teclado, a motivação visual por meio de cores e efeitos, e outros.
Se as pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais são excluídas por serem indivíduos improdutivos, por meio da educação essa exclusão pode ter fim. Isto porque os alunos com necessidades educacionais especiais podem ter suas limitações, mas se forem acompanhados e atendidos em suas necessidades, de alguma maneira poderão tornar-se pessoas produtivas que merecem respeito e dignidade. Estes alunos necessitam e têm direitos a recursos especiais garantidos por lei, isso possibilitará que eles possam desenvolver suas potencialidades, tanto nas atividades de formação profissional, como na comunicação, no lazer e na educação.

Quando falamos em inclusão, logo nos lembramos das leis vigentes no país, que se refere aos direitos adquiridos da pessoa com necessidades especiais, mas nos deparamos com um impasse, esquecemos destes direitos, estamos vedados ou simplesmente não somos conhecedores dos problemas reais que essas vivenciam a cada dia, quando seus direitos são violados. Nesta problemática qual poderia ser a ação da escola? A escola poderia garantir que essas leis fossem cumpridas e, também conscientizar, por meio dos alunos, que a visão da sociedade deve ser transformada com referência ao atendimento das pessoas com necessidades especiais. Se os alunos com necessidades educacionais especiais podem recuperar algumas de suas perdas cognitivas quando integrado a um ambiente que lhe proporciona desenvolvimento, porque não usar uma ferramenta educacional que possa ajudá-lo a alcançar o desenvolvimento mental, educacional, emocional e social? Sendo assim, o computador pode ser um dos aparatos enriquecedores para a obtenção deste desenvolvimento, pois motiva os alunos com necessidades educacionais especiais em seu processo de ensino, de aprendizagem e de socialização.


Projeto de ensino originado a partir da experiência de regência de classe na disciplina de Prática de Ensino do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá
Autores:
Delton Aparecido Felipe: Mestrando em Educação pela Universidade Estadual de Maringá/Paraná
Paula Edicléia França Bacaro: Mestranda em Educação pela Universidade Estadual de Maringá/Paraná. bacaropaula@gmail.com
Anair Altoé: Doutora em Educação/PUC-SP; Docente do Programa de Pós- Graduação da Universidade Estadual de Maringá/Paraná.
ddelton@gmail.com

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